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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Inspiração mais que especial

tanding Outside The Fire

We call them cool
Those hearts that have no scars to show
The ones that never do let go
And risk the tables being turned

We call them fools
Who have to dance within the flame
Who chance the sorrow and the shame
That always comes with getting burned

But you've got to be tough when consumed by desire
'Cause it's not enough just to stand outside the fire

We call them strong
Those who can face this world alone
Who seem to get by on their own
Those who will never take the fall

We call them weak
Who are unable to resist
The slightest chance love might exist
And for that forsake it all

They're so hell-bent on giving ,walking a wire
Convinced it's not living if you stand outside the fire

Standing outside the fire
Standing outside the fire
Life is not tried, it is merely survived
If you're standing outside the fire

There's this love that is burning
Deep in my soul
Constantly yearning to get out of control
Wanting to fly higher and higher
I can't abide
Standing outside the fire

Standing outside the fire
Standing outside the fire
Life is not tried, it is merely survived
If you're standing outside the fire

Standing outside the fire
Standing outside the fire
Life is not tried, it is merely survived
If you're standing outside the fire

Ficar Fora Do Fogo

Chamamos de legais
Os corações que não têm cicatrizes para mostrar
Os que nunca se abalam
E que arriscam virar o jogo

Chamamos de bobos
Os que têm que dançar na fogueira
Que arriscam a dor e a vergonha
Que sempre vem e se ferem

Você tem que ser forte quando consumido pelo desejo
Porque não basta ficar fora do fogo

Chamamos de fortes
Aqueles que encaram o mundo sozinhos
Que parecem se dar bem sozinhos
Aqueles que nunca cairão

Chamamos de fracos
Os que não sabem resistir
A mínima chance de o amor existir
E por isso abandonam tudo

São tão determinados a correr o risco
Convencidos de que não é viver se você ficar fora do fogo

Ficar fora do fogo
Ficar fora do fogo
Não se experimenta a vida, apenas sobrevive
Quando se fica fora do fogo

Tem um amor queimando
Na minha alma
Constantemente ansiando perder o controle
Querendo voar cada vez mais alto
Não posso tolerar
Ficar fora do fogo

Ficar fora do fogo
Ficar fora do fogo
Não se experimenta a vida, apenas sobrevive
Quando se fica fora do fogo

Ficar fora do fogo
Ficar fora do fogo
Não se experimenta a vida, apenas sobrevive
Quando se fica fora do fogo

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A pequena Ruby Bridges

Garota negra de 6 anos enfrentou com perdão os manifestantes que tentaram impedi-la de frequentar a escola pública em Nova Orleans em 1960 com ameaças, punhos cerrados e muita humilhação. Ruby Bridges morava em Nova Orleans em 1960. Naquele ano, a Suprema Corte americana ordenou que as escolas públicas passassem a aceitar alunos negros. Ruby tinha seis anos de idade quando foi matriculada na escola elementar Frantz. A polícia local se recusou a protegê-la, portanto delegados federais foram designados para acompanhá-la, ajudando-a a passar por uma multidão de cidadãos revoltados, todos os dias. Os manifestantes gritavam com ela, balançavam os punhos cerrados, ameaçavam matá-la. Durante todo o ano letivo, Ruby foi a única criança a freqüentar aquela escola. Todos os outros se afastaram.
Em 1960, o Dr. Robert Coles, psiquiatra e professor da escola de medicina de Harvard, estava fazendo pesquisas sobre o estresse e decidiu analisar o caso de Ruby Brigdes. Ele viajou até Nova Orleans para entrevistar a garota, seus familiares e seus professores. Para surpresa do Dr. Coles, ele não encontrou nenhum sinal de estresse nos membros daquela família. Em conversa com o médico, o professor de Ruby mencionou que aquela garotinha de seis anos parecia falar com a multidão, todas as manhãs, quando ia para a escola, e todas as tardes, quando voltava para casa. O Dr. Coles perguntou a Ruby o que ela dizia. Ela declarou que orava por todos. O psiquiatra descobriu que Ruby e seus familiares oravam juntos todas as noites em favor dos manifestantes. O pastor da igreja que frequentavam disse que, quando Jesus sofreu, orou dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. Portanto Ruby fazia essa prece todos os dias, rogando por aqueles que gritavam com ela.
O Dr. Coles não conseguia deixar de pensar naquela garota de apenas seis anos. Por causa da influência que Ruby teve em sua vida, ele começou uma busca pessoal até finalmente se entregar a Jesus Cristo.
A história de Ruby não terminou com a liberação das escolas para alunos negros no sul dos Estados Unidos, ou com o impacto que a menina causou sobre um famoso psiquiatra infantil.
Ela tinha a visão de país muito diferente e mostrou a toda a nação como realizar esse sonho. Em uma noite de domingo, em 28 de janeiro de 1998, trinta e oito anos depois, um documentário especial transmitido pela rede de televisão ABC relatou novamente aquele caso para os americanos.
Ruby Bridges agiu como líder e demonstrou o tipo de atitude exemplar de que necessitamos no século XXI.
Extraído de “Leadership that works” de Leith Anderson. Traduzido por Mãos Dadas. Reproduzido com permissão. Ruby agora é presidente da Fundação Ruby Bridges, que fundou em 1999 para promover “os valores da tolerância, respeito e valorização de todas as diferenças”.
Texto integral retirado do site Ultimato



Cena do filme
                                       





sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Bollywood e suas cenas engraçadas

Milhares de filmes são produzidos na Índia, a famosa Bollywood cria tantas cenas engraçadas e ao mesmo tempo improváveis, que agora temos uma coleção de gifs das cenas mais engraçadas que você já viu!














quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Casamento mais que especial

Para mim, que amo animais, e sou totalmente o racismo ou qualquer tipo de discriminação, encontrei as imagens desse casal em um casamento pra lá de especial. Pelo que podemos perceber, é na África, com toda a beleza que ela tem para oferecer. Não sei se é real ou fake, mas espero, que seja verdade, pois todos parecem muito felizes.

















quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

E passam as estações

Lindo casal de idosos, para marcar a passagem das estações, tiravam uma foto em frente a casa, no jardim. Mas o tempo é implacável, como mostra a última fotografia. E a falta do sorriso marca profundamente e ilustra toda a saudade.